IPVA fica em média 3,21% mais barato em 2019

O Imposto sobre Casa de Veículos Automotores (IPVA) vai ficar, em média, 3,21% mais moda em 2019 em correlação a esse ano, informou a Secretaria de Propriedade de Capoeira Vultoso (Sefaz-MT).

Os princípios foram reduzidos por causa de à queda nos preços de vendas de veículos praticados no inspeção. A relação com os princípios venais foi publicada no Diário Oficial que circula nesta quinta-feira (27).

Os dados foram apurados pela Consolidação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que tirou a estudo com 11,5 mil marcas, modelos e versões distintos de veículos.

Como medir

O valor da porcentagem varia entre 1% e 4%, dependendo do tipo, marca, modelo e ano de construção do veículo.

Entre os veículos com maior valor está o Porsche 911 Turbo S, que custa R$ 1.072.826. O IPVA vai estar R$ 32.184,00.

Uma motoca Harley Deividson FL HTKSE AN Cousa, que custa R$ 144.509,00 terá o IPVA de R$ 5.057,00.

Primeiro, você precisa achar o modelo e ano do seu veículo na relação para saber o valor venoso. Por isso, para medir o valor do imposto é necessário adaptar a porcentagem sobre o valor venoso, como no malogro embaixo:

Valor venoso do veículo: ( malogro: R$ 20.050)

Porcentagem: 3%

Palpite: 20.050 x 0,03 (R$ 601 é o valor que será cobrado no IPVA)

Em Capoeira Vultoso, a modificação média dos preços de referência da base tributável do IPVA, para automóveis, foi de 3,06% a pouco que o dado em 2018. Em correlação aos ônibus e micro-ônibus a diminuição foi de 3,72%. Já as camionetas e utilitários tiveram uma diminuição de 3,23%, os caminhões 5,08% e as motos e parecidos 3,17%. Para os veículos do tipo motor-casa a diminuição foi de 3,59%.

IPVA

Para o palpite do IPVA 2019 foram consideradas a modificação dos preços de mercado dos veículos entre os meses de setembro e outubro de 2017 e setembro e outubro de 2018, e a composto da esquadra de veículos tributáveis de setembro de 2018.

Com base em dados da Secretaria de Propriedade, até setembro de 2018 a esquadra tributável no estado era constituída de 2.156.883 veículos, dos quais 1.543.587 foram tributados pelo IPVA 2019.

O imposto é responsável pela segunda maior recebimento estadual. Do completo apurado, 50% são destinados ao Estado e 50% aos municípios no qual estiver licenciado o veículo. O recurso é dado de acordo com as prioridades estabelecidas no orçamento do Estado e das prefeituras.

Pagamento

Para entabular o pagamento do IPVA 2019, basta o colaborador se virar a uma agência bancária credenciada, com o algarismo do Repartição Nacional de Veículo Automotor (Renavam) e entabular o retirada no caixa de caixa, nos terminais de autoatendimento, pela internet ou despesa agendado ou mais canais oferecidos pela escola bancária.

O pagamento do IPVA pode ser realizado em prestação única com descontos de 5% ou 3%. Os abatimentos são concedidos de acordo com a data em que for realizado o retirada do imposto. No mês de janeiro, por exemplo, os pagamentos realizados até o dia 10 terão redução de 5%, já aqueles que pagarem entre os dias 11 e 21 a diminuição no valor será de 3%. No tempo de 22 a 31, o IPVA deverá ser quite sem redução e depois de essa data haverá acréscimo de interesses e multas.

É possível também parcelar o valor em até 3 vezes mensais, iguais e sucessivas. Nestes casos, o parcelamento apenas será autorizado se o valor da bocado for superior a uma UPF/MT o que corresponde, nos dias de hoje, a R$ 140,59. A UPF/MT é atualizada mensalmente com base nas variações de preços do Índice Maior parte de Preços – Desocupação Interna (IGP-DI) do mês antepositivo.

Também em correlação aos parcelamentos, é preciso que a primeira prestação seja coleta no mês do ordenado do imposto, de acordo com o tabela. As demais parcelas deverão ser recolhidas, mutuamente, até o último dia benéfico dos primeiro e de acordo com meses consecutivos ao do retirada da primeira.

Nos casos de veículos novos, adquiridos em mais estados, as datas de ordenado e os vantagens são os mesmos. A diferença está no tempo para pagamento, que inicia a montar por meio da data de irradiação da nota fiscal de distribuição, e na base de palpite do imposto. Neste caso, é considerado o valor comedido no certificado fiscal fornecido pelo pracista e não a relação Fipe.